quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O caminho está na consciência da vida e da morte.


O Ponto de Virada

O capitalismo e o progresso materialista ignora  
“ O Ponto de Virada,”
“A  lei do Pêndulo”  
“O declive”
Estamos chegando ao topo,
Estamos perdendo a força de impulso
Estamos chegando ao  “Ponto de Virada”
Estamos vivenciando as consequências
Do modernismo e suas explorações.

A ganância nos cega:
O caminho está fora da “mecânica da vida”
O caminho está na superação dessas “leis mecânicas”
O caminho está na consciência da vida e da morte.

Octávio Guerra
J.Nunez 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Poesias espirituais imparcialistas


Necessito de silêncio e solidão

Prevalece em mim,
Nesses dias em que busco
A alma e o coração humano,
A vontade de silêncio e solidão.

Meu refugio e minha felicidade,
Estão nesses momentos
Em que caminho
Aqui nos labirintos da alma.

Prevalece sempre em mim
A necessidade de silêncio e solidão....

 Jonas Corrêa Martins
J.Nunez 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A espiritualidade é a conexão do homem com suas partes internas.


A sociedade do prazer pelo prazer

É natural que o individuo na sociedade
Materialista busque “o prazer pelo prazer”,
Afinal, qual a razão para sofrer
Que dê sentido a esse mundo,
Senão “o prazer pelo prazer”...

O sofrimento pelo sofrimento,
O sacrifício em uma vida imediata
Não tem sentido!
É preciso fé em algo mais além
Para que tenhamos motivos
Para viver e suportar as dores do mundo.

A  sociedade que vive “o prazer pelo prazer”,
O sacrifício pela felicidade e o progresso terreno,
Não há sentido,  senão o prazer agora...

Na sociedade do prazer é natural romper com o sacrifício;
 Ir direto ao que interessa,  o prazer...
Para que os altruísmos se desvalorizamos
A fé, as virtudes,  a eternidade e a felicidade mais além.

A espiritualidade é a conexão do homem com suas partes internas.
As igrejas cheias de nossos dias possuem um discurso
De progresso e felicidade terrena que é coerente
Ao sentimento do homem materialista e consumista
E ainda o ilude quanto a sua necessidade de algo mais além,
Sem conectá-lo com a espiritualidade natural
Que os distanciaria das ilusões de necessidades
De um tempo capitalista e consumista.

Octávio Guerra
J.Nunez

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Amor Universal: a poesia Imparcialista em sua face espiritualista é o caminho para a humanidade caminhando para a auto-destruição


Amor Universal

O amor universal  
É a mais elevada forma de amar,
É amor sem apegos,
É amor de compaixão,
É amor pela humanidade em cada individuo,
É amor ao individuo pela sua condição humana,
É amor entranhado de natureza e universo,
E remissão dos pecados e acalanto dos sofrimentos.

Meu amor universal, energia cósmica,
Entra em todos os corações humanos
Na natura e no universo.

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

José Nunes Pereira, poeta criador do Movimento Literário Imparcialismo

Inconsciência da Alma


A Morte do Pecado

Contra os cinco sentidos
Só temos dois caminhos:
Se entregar a escravidão
Dos desejos
Ou luta até a morte;
Se entregar a abstinência
E a penitencia para se libertar
Da inconsciência da alma.

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A profecia está se cumprindo...


12 Um irmão entregará à morte a seu irmão, e um pai a seu filho; e filhos se levantarão contra os pais e os matarão. Marcos 13

A profecia

A sociedade dos nivelamentos
É o tempo profetizado por Jesus,
 Em que seria pais contra filhos
 E filhos contra pais.

O nivelamento não permite 
Que pais eduquem seus filhos...

Quando somos nivelados perdemos 
Autoridade, princípios, ordem, 
Conhecimentos, valores e virtudes...

Octávio Guerra
J.Nunez

domingo, 14 de outubro de 2012

Poesias Esotéricas Imparcialistas


Dança ao som do silêncio

O silêncio é o som
O som é o silêncio,
Onde nada existe, existi o som.

Quando tudo faltar
Ainda assim existirá Deus
Em sua forma mais primitiva,
Em forma de som...

Deus está no silêncio
Deus é o silêncio
E o silêncio não existe
Porque Deus existe nessa forma mais
Primária de existir.

Deus é o som, quando nada existi,
Existe Deus porque ele é o verbo,
E a palavra é o som
Que cria, fecunda e mata.

Quero dançar em espírito
Ao som do silêncio.
 Quando a terra voltar ao seu estado primitivo
Deus soprará sobre a terra nua,
Em sua forma de vento e som.

Eu sou memória do que sou, e do que fui,
Portanto não sou nada!
Não sou nada sem essa forma espectral
Que dança ao som do silêncio...

Os lugares que meu corpo ocupa,
Os vazios que meu corpo preenche,
São lugares antes já preenchidos
Com o som do silêncio...

Das suas montanhas,
Dos seus mares revoltos,
De seus precipícios,
De seus furacões
Deus me chama
Para dançar ao som da eternidade,
Sem medo vou para a dança
Ao som do silêncio arrebatador.

Saulo Menezes Castro
J.Nunez

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Felicidade sem escravidão...


Felicidade da Alma

O individuo na sociedade contemporânea
Perdeu o contato com o próprio espírito;
Nem se quer suspeita
Que pode existir felicidade da alma:

Felicidade eterna e salvação,
Felicidade sem à escravidão
E a destruição dos vícios
De nosso tempo materialista...

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

domingo, 19 de agosto de 2012

Poesia Esotérica Imparcialista: Poesia imparcialista esotérica

Poesia Esotérica Imparcialista: Poesia imparcialista esotérica: O homem da capa abstrata Não estou disponível, A minha voz é para poucos, Com a irmandade tenho pacto de silêncio e sangue. Sou esse misté...

Poesia imparcialista esotérica


O homem da capa abstrata

Não estou disponível,
A minha voz é para poucos,
Com a irmandade tenho pacto de silêncio e sangue.
Sou esse mistério que a cidade alimenta,
Sou esse segredo indecifrável,
Sou esse medo e essa admiração entre as crianças,
Sou esse olhar de estranhamente nas pessoas,
Sou esse receio entre os parentes,
Entre eles esse misto de vergonha e orgulho...,
Sou esse silêncio que não incomoda,
Mas que alimenta e excita quem ronda meus quintais,
Sou aquele que quando passa portas e janelas se fecham
E sou espiado por elas entre aberta e pelas fendas nas paredes,
Sou a fonte de mistério que nunca seca...
Não tenho voz e nem palavras para esses curiosos,
Esses vulgares e tagarelas que rondam feitos ratos
O mistério em minha capa abstrata.

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Poesias Imparcialistas


Tolerâncias

Esse instante pede silêncio,
O mais completo silêncio é o maior dos prazeres...
Esse tempo de caos, multidões e ruídos,
Essa sociedade viciada em prazeres mundanos
Criou tolerâncias para todos os prazeres vícios, pecados e crimes...

O orgasmo e seus segundos de prazer
É sempre medíocre,
A droga em seu efeito devastador
 É sempre mortal,
A ilusão de felicidade das posses
É a maior das frustrações,
A cobiça
É a tortura de todos os desejos insaciáveis,
A abstinência e a repressão aos desejos se tornaram inaceitáveis;
Era o ponto de equilíbrio entre a sanidade e a loucura.

Tenho meia idade;
Sei que a juventude é o maior dos desperdícios
 Sou intolerante com a conversa vazia,
A vida pede silêncio...
Não me pergunte nada!
Sim, tenho a resposta,  mas o que vale é o silencio...
Me deixe calado
Para que eu cale meus sentidos e meus pensamentos
E viva no espírito que é o prazer de ser eterno.

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Poesia esotérica


Autoridade no espírito

Nesse tempo de ilusão de liberdade
E diversidade de modo de viver;
Tenho autoridade no espírito,
Essa é a essência da minha vida
E do meu caminho interior.

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Poesias Imparcialistas esotéricas


Cadáver e flores

Sou um andarilho do caminho interior,
Sou um mendigo que compreendeu as palavras do mestre:
“às vezes, quando pensamos que vamos muito bem, resulta que vamos muito mal.
Compreendi a moral do filosofo Nietzsche.
Agora, onde posso aquecer e alimentar minha alma sedenta de Deus,
Meu amor pelo próximo e pelo caminho da cruz:
Nas orações em silêncio,
Nos momentos de solidão,
Nos livros que vão muito além da vida, da morte e das palavras escritas,
Nos versos de um poema dedicado ao coração sedento de Deus,
No fervor de uma música que eleva o espírito,
Na irmandade que não conheço,
Na religião onde não me acolho...
Nas palavras dos mestres...
No silêncio de quem compreendeu o mundo e o abandonou,
Na imparcialidade comigo mesmo,
Nas virtudes que engana, ornamenta e escondem a realidade interior...
Na santidade que esconde à podridão, como as flores sobre cadáveres.
Descobri quem sou sem ornamentos das virtudes,
Confessei a mim mesmo que sou eu
Sem a moral que encobre o homem de si mesmo.
Não há erro algum em ser moral;
Não podemos é sentir que somos os ornamentos,
O cadáver não é as flores que o encobre...

Salomão Alcantra
J.Nunez

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Poema Espaço Vazio - Saulo Menezes Castro


Espaço Vazio
Voar é caminhar sem chão,
Pousar é descansar asas,
Existir é preencher espaços,
Pensar é viver o passado
Ou adiar as incertezas do que virá,
Calar é existir dentro da eternidade.
O monge de manto amarelo
Chega ao silêncio, transcende o nada;
Contempla à eternidade...
O espaço é faminto, e engole universos...
O espaço vazio entre o passado e o futuro,
É o instante, é a eternidade...
O espaço vazio, é a prova
Da existência do nada,
Nada é tão pequeno que não ocupe espaço,
Nada é tão sólido que não tenha vazio.
O nada é o espaço vazio
Que ainda existe, mesmo que preenchido.
A medida entre uma coisa e outra,
É apenas à medida entre uma coisa e outra,
Porque o espaço é infinito...
O espaço é ocupado ou desocupado,
Mas ainda assim, continua existindo.
Caminhar é preencher espaços,
E o ponto de partida
Desta caminhada sem chão,
É sempre depois de uma queda.
Saulo Menezes Castro
J.Nunez

Amores ao vícios e ao mundo.....

o que é a morte? Anjo Orifiel anjo da morte

Morrer na Alma

Por alguns amores ainda não parti,
Por alguns desejos ainda não entrei nas profundezas do meu ser,
Pelo vicio ainda não me entreguei ao caminho interior,
Por algumas necessidades ainda estou olhando a vida passar,
Por amor e apego aos pecados ainda não morri na alma;
Ainda estou na superfície de mim.

Não desci aos infernos nos homens
Não fui arrebatado para os céus nos homens;
Se fosse o caso de esperar por mim seria fácil,

Mas a verdade é que tenho que me abandonar
Para ir ao encontro de outro;
Ser eu nas profundezas do inferno,
Nos labirintos da mente e nas alturas dos céus...

Posso dizer Adeus agora;
Por medo, apegos e fraquezas retornar no caminho,
Posso também dizer Adeus para sempre...

Meu Pai interior!
Me dê força para deixar meus amores mundanos.

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

terça-feira, 29 de maio de 2012

A Morte do Pecado Colossenses 3, 5


A Morte do Pecado

Mortificai, portanto para sempre os vosso membros terrestres: as relações sexuais desonestas, a impureza, a paixão desregrada, os maus desejos e a cupidez que é um idolatria: Essas coisas atraem a ira de Deus sobre aqueles que resistem a seu apelo.  Colossenses 3, 5


Homicida 

Matei um malfeitor
Antes que ele praticasse a maldade.
Matei a facadas, matei sem medo e sem remorso,
Sujei a terra com o sangue de um assassino,
Sujei minhas mãos de sangue...

Manchei minha alma de homicídio...
Lavei a cena do crime,
Limpei a arma do crime
As testemunhas me aconselharam: _ Foge do fragrante!

Não fugi, e a policia não veio,
Não veio talvez porque eu tenha matado a mim mesmo...
Não veio porque matei em sonho...
Agora ficou o medo da vida real...
O que sou é a estagnação de ser sem culpa
Porque sou sem a consciência de ser....

Abdias de Carvalho
 J.Nunez

Luas


Lua de maio

Sou influenciado
Pela lua dos lunáticos,
Lua dos apaixonados,
Lua de maré cheia,
Lua em sagitário,
Lua dos astrólogos,
Lua de maio,
Lua negra em peixes,
Lua dos crimes,
Lua dos sonhadores,
Lua de faces
Lua dos feitiços
Lua de Benzedeira,
Lua de Wesak,
Lua de simpatia,
Lua dos plantios,
Lua cheia em touro,
Lua que se perdeu dentro da superficialidade
E o materialismo dos homens modernos...

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

A Espada de Um Anjo


A Espada de um Anjo

Suas roupas foram caindo no chão do quarto
Feito pétalas de rosa branca desnuda.
Seu corpo nu é ainda mais perfumado.
Sem pétalas ficou a mostra sua pele de cor rosada
E sua pelugem de pêssego maduro
De relva ou saliva de língua áspera
Ficou umedecida sua pele macia de maça
Nunca antes mordida .
Brincando de bem-me-quer com seu corpo
Arranquei suas pétalas,
Rompi seu único véu ou membrana
Ela desfaleceu feito um passarinho abatido,
Gemeu e sentiu o espasmo de morte
Ou de Santa Tereza transpassada pela espada de um anjo erótico,
Agora me olha agradecida, e como se eu fosse o Senhor
A vida e da morte, ela me pede um filho.

Josias Maciel
J.Nunez

Ritual e Magia Sexual


Ritual e Magia Sexual

A Potência de amar
Está em meu corpo e em minha alma,
Que realiza todos os dias um ritual diferente
Para te amar outra vez como se fosse à última
A única e primeira vez.

A potência de amar é acumulada
Nessa fome que não sacio ao te amar,
Te amo mais a medida que te amo...
Te quero mais a medida que de quero.

Teu corpo é a personificação do meu desejo,
Teu corpo é a síntese do que é amar.
Teu corpo adormece e me acalma
E meu desejo ganha essa serenidade esses tom e essa luz
Do abajur que ilumina seu corpo
Quase que deixado sobre o meu.

Josias Maciel
J.Nunez

segunda-feira, 19 de março de 2012

Poesia Esotérica


Bifurcação na Estrada

Não acredite que o caminho interior aceita compartilhar
Você com seus próprios caprichos,
Seus propósitos mundanos e vaidade...

Esqueça essa possibilidade medíocre de apegados
Caminhe pela senda interior
E viva a vida exterior com aquela mesma pouca importância
Que você realiza suas necessidades básicas...

Não possível caminhar dois caminhos...
É impossível caminhar com um pé em cada vereda
Porque há uma bifurcação na estrada
Que por um tempo vão paralelas...
Caminhe com um pé em cada caminho, e seja medíocre...
Cheguei à bifurcação da estrada,  Adeus!

Saturnino Queiros
J.Nunez

quarta-feira, 14 de março de 2012

Poesia Esotérica Imparcialista


Adoração à essência humana

A vida é um único ponto,
E esse ponto é o seu coração.

Habite em seu templo coração
E nada mais...

Todo o poder se emana desse único ponto,
Onde mora a vida, a eternidade, a devoção,
O prazer da alma e a morte.

Não pense involuntariamente,
O pensar, desse modo, mata...
Não pense! E viverá eternamente.

Saturnino Queiros
J.Nunez

segunda-feira, 12 de março de 2012

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Poesia Esotérica Imparcialista: O portal de todos os medos...


O portal de todos os medos

Caminhei trêmulo e pretensioso
Até aqui ao portal de todos os medos,
Dúbio, estive afoito e tive medo da grande queda,
Ansiosa e temeroso para o salto,
Impetuoso feito os ventos na noite em que todos dormem,
Desapiedado com as fraquezas e os apegados,
Tive medo da solidão eterna no coração dos vulcões.
Quantas vezes... eu tive que retornar
Para o mundo da matéria sólida
Feito um adolescente que ameaça sair de casa,
Tive que retornar porque tive medo do que é impalpável sem a alma.
Na meia idade, atravessei o portal de todos os medos,
Encontrei a paz na guerra e meu coração se acalmou
Enquanto construo o templo para meu espírito.

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

Poesia Esotérica Imparcialista: O chamado espiritual


O chamado Espiritual

Eu suportaria a solidão se não fosse a dois,
Se não houvesse o desencontro de alma,
O silêncio em minha voz,
Se não fosse entre essas paredes que me sufocam,
Se não fosse dentro dessas noites de torturas na alma,
Se não fosse na multidão que não me vê,
Na cidade que não adormece e me deixa só.
Ouso bater a porta de saída,
É o vento da chuva fina dos dias de varão.
Eu queria chorar até me sentir vazio de mim,
Mas desaprendi, depois de tanto tempo tentando ser forte.
Eu suportaria a solidão se a cidade me acolhesse,
Se os amigos não fossem imaginários e os demônios tão reais,
Se eu não estivesse aqui sem alma,
Se eu não tivesse o medo de atravessar a fronteira
A caminho da solidão dos anacoretas.
Meu Deus!... Por que me convidas para os teus silêncios,
Para tua montanha onde ruiva os lobos famintos,
Para seus precipícios que engolem universos,
Para teu oceano onde sou nada e desapareço,
Para a sua garganta, Senhor das noites de angustia,
Que agora me tritura com seus dentes.
Por que me convidas a deixar as multidões,
Por que me deste esse coração inconformado...
Eu sei, eu sei, você estará comigo,
Quando eu abandonar tudo e caminhar rumo aos teus silêncios.
Tenho os pés atados aos prazeres e a alma clamando por ti,
Porque deste a mim alma que não pertence aos homens,
O olhar para além de tudo que é ilusão,
E a saudade de ti,
Como se nós nos conhecêssemos a milhões de anos.
Deus, meu Deus porque me chamas...
Por que suspiro tanto por ti...
Por que me arrastas para a grande tormenta na alma,
Senhor das minhas noites de penitencias
Por que não aprendi a viver com os homens
Na cidade que adormece paz,
Por que eu tenho que peregrinar pelas estradas cheias de ladrões,
Assassinos e todo tipo de malfeitores.
Por que tenho que caminhar
Rumo a mim mesmo por dias e noites infindáveis.
Por que não me deste a alma dos homens...
Por que estou tão distante de casa,
Por que eu quero tanto voltar para casa
Feito um cão que foi carregado para longe...
Senhor, tenho tanto medo da solidão das estradas,
Do perigo das montanhas, da correnteza das águas,
Dos desertos cobertos de caveiras,
Do frio das noites, e da claridade dos dias
Que não me expõe aos perigos, dos atalhos e dos desvios
Que me faz perder o caminho que me leva para casa.
Senhor, eu tenho sede...

Jonas Correa Martins
J.Nunez

Poesia Esotérica: Caminho e maturidade


Caminho e maturidade

Estou outra vez de partida,
Adeus juventude e suas ilusões,
Adeus meu romantismo tolo,
Adeus espetáculos e encenações de vida,
Adeus amizades e vícios,
Adeus alegrias confusas,
Adeus tolices amorosas,
Adeus ao jovem em mim,
Adeus subjetividade exibicionista,
Adeus encenação de ser.
Estou outra vez de partida;
Vou por caminhos desconhecidos
Nunca antes caminhados
Vou por águas perigosas
Nunca antes navegadas,
Estou indo a caminho
De minha verdade interior.

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Poesia Esotérica

Poesia Esotérica

Poesia Esotérica

Poesia Esotérica

Poesia Esotérica

Poesias Esotéricas

Essa Casa Acolhe Anjos
Não esqueçais a hospitalidade;
alguns as praticaram, tendo a sorte de,
sem o saberem acolher anjos.
(Hebreus 13 v 1)

Na casa em que os móveis
Cheiram perfume de lavanda,
O ar é perfumado de incenso de cânfora,
Entoam um mantra que invoca a pureza
E a música clássica ecoa,
Essa casa, acolhe anjos.
Na casa em que os raios de sol
Matutino invade, se ouve
Os sussurros de amor, dois corpos
Se enroscam em um arrebatamento carnal,
Num êxtase de alma,
Essa casa, acolhe anjos.
Nas casas em que corre a energia telúrica
E a hospitalidade e o amor são praticados,
Essa casa, acolhe anjos.
Na casa em que une a potência do homem
E a entrega da esposa, essa casa, acolhe anjos.
Na casa em que os elementais brincam no jardim,
Um deus fálico e uma deusa de seios fartos
São idolatrado e a palavra é o verbo sagrado,
Essa casa, acolhe anjos.
Na casa em que em que impera silêncio
Sobre as coisas, o pó não acenta
E os sorrisos e as palavras são sinceras,
Essa casa, acolhe anjos.
Nas casas em que se adora o Cristo,
Compreendem a sabedoria de Buda,
O conhecimentos de Maomé,
O Pentagrama protege as entradas
E São Francisco está nas imagens e nas orações,
Essa casa acolhe anjos.

Jonas Corrêa Martins

J.Nunez

Poesias Esotéricas

Poesias Esotéricas

Poesia Esotérica

Tempos e dimensões

Tempos que passam paralelos
E às vezes se engolem e se vomitam.
Dimensões dentro de dimensões,
Tempos dentro de tempos...
E eternidade que engole tudo...

Eu corro pela estrada infinita e abstrata
E a velocidade me coloca dentro de outra dimensão...
Onde eu alço o vôo
Nas correntes cósmicas desse universo...
E procuro pelo mestre e pelo templo da sabedoria...
Retorno ao corpo na terceira dimensão que engole...
Caos engole caos e assim pensamos que estamos vivos...

Jonas Correa Martins
J.Nunez

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