quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Poesia religiosa




Que nada interponha entre o nosso amor.

Não tenho ornamentos nas palavras.
Quero te chamar igual ao filhinho chamado a sua mãe,
Quero te chamar com toda a simplicidade do amor,
Com toda a ternura de quem ama.
Me aquece com a sua presença mística,
Me de o canto, o verso e a música
Que desperta o coração para a contemplação de ti.  

Que nada interponha entre nós e o nosso amor,
Se algo cegar meus olhos de adoração a ti,
Se o pecado seduzir meus sentidos,
Se a ilusão tomar a minha alma,
Se a ira roubar a minha calma,
Se o desejo atar meus pés aos prazeres terrenos,
Se eu adormecer diante no teu altar;
Minha Mãe! Venha ao meu socorro,
Esteja sempre pronta para eliminar as barreiras
E quem ousar interpor, entre nós e o nosso amor.

Quando eu descer aos infernos dos homens
Conserva-me a paz,
Coloque em minha boca a sua a palavra mística
E a música de adoração em meu corpo.
Nada pode interpor entre o amor de mãe e filho. 

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez



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