quarta-feira, 8 de abril de 2015

Poesia espiritualista

Vozes

As vozes vazias das ruelas,
Dos passos e das conversas na calçada,
Dos bancos de praças, das janelas,
Das mesas de bares, das reuniões,
Dos velhos nos bancos públicos,
Dos meninos nas brincadeiras,
Dos protestos nas ruas e praças;
Essas vozes vazias me causam aborrecimentos.

Quero silêncio, comunhão com o mundo,
Acontecimentos transcendentais,
A voz do mestre, ou da Irmandade Secreta...
Já disse o que tinha que dizer,
Sem mais, me deixe em paz!

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez 




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