sexta-feira, 5 de junho de 2015

A poesia Imparcialista

A vida vai ficando cada vez mais dura perto do topo.
Friedrich Nietzsche

O Super-Homem de Nietzsche

As portas e as janelas da Poesia Imparcialista
Se fecharam para o mundo lá fora,
Já olhei muito para esse mundo...
Quero silêncio, a voz dos protestos me aborrece...
Esse converseiro, esse ruído lá fora me aborrece.

Esqueço esse mundo além dos meus olhos,
Minha imparcialidade é aqui dentro.
Quando olho o mundo lá fora,
Vejo a história do homem como uma luta vã...
Uma mecânica, um processo insano.
A única luta que fale a pena é libertar-se de si mesmo,
Ser atemporal, o Super-Homem de Nietzsche.

Um sábio fala em meu ouvido. 
Não pretendo ser desse tempo,
Ou de tempo algum, sou muito mais ambicioso,
Pretendo ser atemporal em mim mesmo.
A voz dos loucos se confunde com a voz dos sábios,
A voz dos sábios é a verdade imutável e atemporal,
A voz dos loucos é a ilusão e a mentira de um tempo.

A preocupação não vale a vida,
A vida só vale apena se a vivência
For muito além da vida e da morte.

J.Nunez



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