segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Poesia espiritualista

Companheiros do Caminho

Já andei pelo caminho dos desvalidos,
Já andei pelo caminho dos atletas,
Já andei com os desregrados,
Já andei com os intelectuais,
Já caminhei com os religiosos,
Já caminhei com os políticos...
É preciso desfazer à bagagem
Meu caminho é longo e difícil...

Me desculpem!
Agora quero ir sozinho...e em silêncio,
Nesse caminho só cabe
Os esoteristas praticantes.

J.Nunez 

domingo, 27 de dezembro de 2015

O Livro da Vida

O Livro da Vida

Dentro do livro da vida
Ou dentro do livro da eternidade
Tenho minha própria página
Que é escrita hoje 
E amanhã apagada e reescrita com os acertos,
Ou nunca, efetivamente,  
Será uma nova página no Livro da Vida.

Não tomo partido nas histórias da vida,
Nas notícias, nos cotidianos,   
Que definitivamente, não posso mudar;
Tomo partido na minha própria historia
No meu Livro da Vida.

Na página de hoje
E de muitos dias da minha vida
Eu quero aprender a escutar:
Pode falar, estou escutando
E só quero ouvir...


J.Nunez

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Poesia mística esotérica

Poesia esotérica

O Caçador de Demônios

Prender à mente, dominar à mente
É como capturar e colocar um país
Atrás das muralhas do silêncio ditador.

A mente é um mundo interior e particular,
Ando por esse mundo,
Luto para me manter  consciente dentro da mente;
Sou o caçador de meus próprios demônios
Dentro de meu interior.

Saio de dentro de um pensamento ou de um sonho,
Mato uma legião de demônios lascivos,
Outra legião de demônios cobiçosos
E deles tomo a consciência que me roubaram...

Demorei vinte anos para compreender 
Que não adianta prender e capiturar a mente inteira.
É preciso deixa-la livre e manter a consciência 
Dentro desse mundo interior
E sair à caça dos demônios.

Quanto  todos forem mortos , a mente estará livre,
E será dentro de mim, um lugar de virtudes, paz, amor e eternidade...
Sou o caçador de demônios dentro de minha mente.

J.Nunez  


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Igrejinhas do Caminho


Igrejinhas do Caminho

O peso ficou para trás no caminho;
Agora eu posso ser leve e alegre...
Sigo respirando a alegria de caminhar
Por essas paisagens
E por essa mística religiosa das capelas
E das igrejinhas do caminho  
Vou alegre, cheio de sonhos e esperança,
Sou o jovem que vai ao encontro de seu primeiro amor.

J.Nunez


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Orgulho intelectual

Vaidade e orgulho intelectual

Na sutileza de um instante,
Como quem prende à respiração
Prendi à consciência no sentido da vida.

Na delicadeza de um instante,
No relampejo de um momento
Sinto que o conhecimento interior
E as vivencias da alma e do espírito
São os fragmentos da eternidade.

Muito diferente da efemeridade
Do conhecimento intelectual,
Que são as auto-afirmações
Das autoridades no assunto,
As vaidosas e a soberba do que se esquece,
Do que “dá branco” e possui suas estruturas no abstrato,
Nas convenções, nos acordos e nas regras mentais.

J.Nunez



quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Poesia espiritualista

Sino dos ventos
Na madruga o latido de cães
E  o som do sino dos ventos;
Trago dos sonhos para à meditação
E para a poesia, os  túmulos,
Os cemitério 
 E a simbologia da morte.
A minha filosofia de vida
É  o esquecimento e a vingança da vida...
Me agarro à consciência de existir
Sem essas memórias e esse intelecto.
O esquecimento destrói
Tudo que somos
Quando não temos
À consciência de existir
Muito além
Dessa efemeridade do intelecto ...
A vida nos deixa correr solto...,
Logo depois das ilusões
Do intelecto e do materialismo,
A vida nos espera
 Para se vingar.  E se vinga!
J.Nunez

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