quarta-feira, 20 de julho de 2016

Poesia espiritualista

Um céu azul na alma

Essas nuvens mutáveis com o vento
E esses pensamentos inconsistentes
Dentro e fora do tempo;
São iguais a essas nuvens
Que encobre o sol e o azul do céu.

Do mesmo modo
Os pensamentos encobrem
A claridade e a lucidez da alma.

Essas nuvens, sempre informes e despersas,
Não pertencem a esse azul celeste
E a essa claridade do sol, da lua e das estrelas.

Do mesmo jeito
Esses pensamentos inquieto e sem constância,
Que encobrem a lucidez da alma,
Não pertencem a unidade com o  ser.

É preciso silêncio; um céu azul na alma.

J.Nunes

20-07-2013

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