quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Jazigo

Me aproximei do templo de mármore,
Feliz por encontrá-lo.
Quando aproximei o templo
Era um jazigo,
Com uma porta
Que passava apenas
Um corpo morto deitado.

Sobre o túmulo do ressuscitado,
Sobre o pedra do epitáfio,
Estava o nome no renascido,
O que venceu a vida e a morte
Meu amado mestre Jesus,
Que me convida para a morte pecado.

O cão branco como a neve
Tem duas camadas de dentes,
E me agarra e não me deixa flutuar,
O cão branco é uma incógnita.

J.Nunes




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