sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Somente o teu amor é seguro

2006 ДЕВИЦА С ВОСТОК СРАЗИЛА Антихриста своими взглядами СЕМЬИ ВЕРНОЙ ПО ЛЮБВИ И БЕЗ СЕКСА ЭТОТ

Com lágrimas nos olhos
Te procurei,
Chamei por ti
Feito um filhote que
Chama por sua mãe.

Te encontrei tão bela e jovem,
Te vi representada em muitas estátuas
Com teu filho Jesus,
Da manjedoura a cruz. 

Senti que para te encontrar
É preciso  a virtude da humildade.
Senti que tudo é falso e efêmero,
Somente o teu amor é seguro.

Uma jovem em postura de Runa,
No meu desespero por ti
Deitei no chão,
Me entendi em forma de estrela,
O espirito veio do céu
Em forma de desenho atômico prateado.

J.Nunes   

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Efêmero e falso

Instabilidade

Onde você descansa a sua cabeça, caro amigo ;
No colo de sua amada,
No dinheiro, no conforto, na amizade...

Eu não tenho onde descansar minha cabeça
Tudo é efêmero e falso,
 O amor tem um preço que não posso pagar,
A amizade tem essas segundas intenções,
O conforto é um terreno instável,
Os filhos têm suas vidas para viver.

Coloco minha vida na consciência
E na alma, esses tesouros dos céus.

J.Nunes

sábado, 19 de agosto de 2017

A Terra dos Gigantes

A imagem pode conter: céu, grama, atividades ao ar livre e natureza
A Terra dos Gigantes


“Ora, naquele tempo havia gigantes na terra e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos, estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade” (Gênesis 6:4).
A Terra dos Gigantes
O navio atravessou o mar
Com sua tripulação de homens
Buscando a terra dos gigantes,
Aqueles do livro do gênesis.
Homens navegavam em barcos
Parecidos com panelas de barro,
Todos os homens dos mares
Viviam em uma harmonia negociada.
Todos pareciam estar interessados
Em derrotar os gigantes,
A tribulação, enquanto procurava
A terra dos homens descomunais,
Riam dessa crença que dizia
Que existia uma terra de homens gigantes.
Em nem um momento tive dúvida.
Descemos do navio ancorado no deserto,
Caminhamos pelo deserto,
Nos deparamos com meia dúzia de homens
De estatura descomunal,
Éramos do tamanho de um Pardal,
Que não sabe voar e caminha
Pelo chão tentado sobreviver.
Os gigantes eram de cor cinza,
Nariz triangular, boca reta e fina,
Tinham feições de homens primitivos, selvagens e ferozes.
Esses homens construíram coisas gigantescas sobre a terra.
Partimos para o ataque,
Quando aproximamos percebemos
Que éramos insignificantes como um gafanhoto
Diante daqueles homens de altura descomunal.
Percebi que não era possível vencê-los,
Que não era possível fugir,
Pensei em uma terra distante dessa terra de gigantes
Onde os homens poderiam viver em paz.
Fugi a galope em um cavalo muito veloz,
Porém percebi que a distância e velocidade do animal
Era insignificante diante dos passos dos homens de altura descomunal.
Em nem um momento tive medo,
Apenas é claro que não era possível viver juntos,
Homens e gigantes.
J.Nunez
“Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos.” Números 13.33

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O extraordinário dos outros

Acreditamos no fantástico e no extraordinário,
Desde que esse fantástico e extraordinário
Pertença a nossa crença e cultura.

Condenamos dizendo que é mentira, fantasia
E engano o fantástico e extraordinário
Que pertence a cultura e a crença
De outros grupos e povos.

No entanto, se o nosso fantástico, extraordinário
E surreal é uma verdade porque acreditamos que é verdade,
Porque o nosso grupo e a nossa cultura
Nos diz que é verdade,

Então porque também não haveria de ser verdade
O  que outros grupos, conceitos e culturas
Afirmam a seus membros como verdade.

Se observarmos bem
Veremos que nosso fantástico, extraordinário,
Maravilhoso, religioso, surreal, espiritual e místico
Pode ser mais longe e mais difícil de explicar com a logica
Racional que o extraordinário dos outros grupos, cultura e povos

J.Nunes 14-08-2017

sábado, 12 de agosto de 2017

Poesias Esotéricas Gnósticas

Gravidade na Alma

Me perdi em tanto querer,
Me procuro no silêncio
Que não consigo encontrar
Em meio a tantos propósito de ser
E de querer.

Quero que andar sempre dessa rota interior,
Quero estar sempre acompanhado
Por essa vontade de viver aqui dentro,
Com o centro de gravidade na alma,
E que tudo mais na vida, funcione
Por esse propósito.

J.Nunes  12-08-2017

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Elixir da vida eterna


Quando me falta o seu amor
E o calor do seu corpo
Minha alma adormece
Na frieza da rotina
E se torna fatigada e triste.

O seu amor põe
Meu sangue a correr,
E minha corpo a ferver.
Eleva o meu espirito ao céu,
Põe em rotação os meus chackas,
Põe desperta minha alma.

Meu corpo entra em erupção vulcânica,
Energizado
Pelo fogo do nosso amor.
Nunca esqueça de me dar o seu amor,
Sem o seu amor sou vela apagada,
E vulcão adormecido.


Sem o seu amor,
Sem o calor do seu corpo,
Sem o contato com sua pele e sua aura
Minha alma estagna e adormece,
O amor é fogo de vulcão, luz de sol,
Explosão de vida no corpo e no espirito,
Elixir da vida eterna.

J.Nunes   04-08-2017






terça-feira, 1 de agosto de 2017

Refúgio e fortaleza


Eu também procuro um remédio
Para minha fraqueza e minha dor,
Eu também procuro um refúgio
Que me faça esquecer esse clamor.

Aprendi na alma
Que o pecado e o vício
É uma cova sem fundo;
Quanto mais procuro em mim
Refúgio e alívio nas imperfeições
Mais eu quedo nessa cova sem fim.

Aprendi na alma
Que quanto mais procuramos por Deus nas aflições,
Quanto mais deixamos nossas paixões,
Mais alto subimos, mais compreendemos,
Mais perto dele ficamos.
Somente Deus é o meu alívio, o meu refúgio
E a minha fortaleza.

J.Nunes    01-08-2017

 O Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.  Salmo 46

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Textura do coração.

Caminho sem pisar  esse chão
Onde sete serpentes mansas
Rastejam e se enrolam
Em um caminho longo e plano.

A unidade, o instante
Está no coração,
A mente é dispersa
Semelhante a um bêbado
Sempre alucinado.

O coração existe
Como existe um pedra, uma árvore...

Eu existo de corpo
Como qualquer outra coisa que existe
Sem a mente que perturba a alma,
A concentração  e a meditação.

Unidade é concentração no coração
Sem tempos, sem ladainhas da mente
E sem nada mais que a textura do coração.

J.Nunes   21-07-2017 

sábado, 15 de julho de 2017

Arraia

Sábado, 15 de julho de 2017


Arraia

Um pássaro pescador
Voa e persegue um peixe
 Num céu azul como o mar.

Uma arraia voa ou nada
Em um céu azul como o mar
E salva o peixe do bico
Do pássaro pescador.

Do fundo do mar
Ou da superfície da terra,
De baixo para cima
Tanto faz se isso é fundo das águas
Ou chão de terra seca.

Tanto faz se nada ou voa
Sobre à superfície no mar
Ou no alto do céu.

Nesse plano astral
Tanto faz se o elemento
Água ou ar.
Nado no vento,
Voo nas águas.

J.Nunes  05-07-2017

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Plano cartesiano do homem interior

No plano cartesiano do homem interior
A reta horizontal é consciência e unidade,
Alma e coração no plano cartesiano.
O coração é ponto de vigilância,
Encontro de paz, amor e serenidade,
Avanço espiritual, mística e felicidade interior.

O coração é unidade e mística, a mente é conflito e desilusão.

A horizontal é passado, presente,  futuro...
É a mente e sua confusão,
É a desordem do homem interior,
É um ponto de apoio instável,
É um lugar onde muitos mandam,
Por fim conflito, desilusão e medo.

J.Nunes.      14-07-2017

terça-feira, 11 de julho de 2017

O som das mandalas

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O som do sino dos ventos,
O som do trovão,
O som do grilo,
O som das mandalas,
O som  da sirene do mundo,
O som do silêncio,
O som da Música Celeste,
O som do coração tranquilo.

Com o estrondo e o clarão
De uma dinamite
Explodindo dentro da alma
A vida me pareceu
Na horizontal dos pensamentos
Que adormece a consciência
E na vertical da mística
E dos girassóis  da alma.

J.Nunes   11-07-2017

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Ezequiel 33

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O Sentinela
“Eu te constituí sentinela sobre a Casa de Israel;"

O sentinela que vigia
A Cidade de Deus, 
Deve estar atento,
Para tocar a  trombeta 
Deixar a cidade em alerta   
Quanto o perigo
E sobre o inimigo 
Que se aproxima.

O sentinela deve vigiar 
A Cidade Deus,
O sentinela tem que vigiar 
Seus sentidos,
Vigiar a si próprio  
Perceber a presença do pecado  
Que deseja tomar seu coração  
Que é o templo de Deus.

Para depois vigiar a cidade
Tocar a trombeta,
Alertar sua nação,
Dos perigos e do inimigo 
Que esta sempre à espreita.

J.Nunes  06-07-2017


terça-feira, 4 de julho de 2017

´Coração da luz

Treva,
Escuridão,
Solidão
E terror;
Não tenho medo.

Vou em direção a luz,
A claridade está no fim do caminho.
Uma multidão  também caminha na escuridão,
Pensa que a treva é luz,
E caminha cada  vez mais para o coração das trevas.

Fiz esse poema
Enquanto encenava esse drama,
No teatro, nas correntes do trapezita.

J.Nunes  

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Tela Celeste

O porvir
Se mostra no céu,
Está tela celeste.

Os números,
Os mistérios
E os ensinamentos
Aparecem nessa tela celeste.

Atravessei o mundo
Em um balanço pendurado no céu.
Vou sobre mares, precipício,
Florestas e casas...,

Vou para o outro lado,
Para a terra onde os homens
Vivem com gigantes.
Falei de nossa terra
E de nosso Mestre Jesus
Como um jesuíta estranho.

J.Nunes.   02-07-2017




sábado, 1 de julho de 2017

Imagem de adoração

Mãe de Deus
Quero diante dos meus olhos
A tua imagem de contemplação,
A sua imagem amorosa,
A sua imagem piedosa,
A sua imagem imaculada,
A sua imagem santa,
A sua imagem de adoração,
A sua imagem de paz
A sua imagem misericordiosa.

Quero longe dos meus olhos
E do meu coração o pecado
E  a tentação,
Se acaso a tentação quiser me seduzir,
Me de a pureza de uma criança,
Para que a tentação se torna invalida e em vão.

Quero meus olhos fixos na sua presença ,
Na sua imagem de contemplação,
Porque da sua doçura de mãe
Vem a minha salvação.

Vergonha na Alma

Hoje minha alma sente vergonha
De minha fraqueza,
Abaixo a cabeça
Envergonhado diante
Do meu pensamento de pecado.

Eu dizia que eu era
Essa prepotência na fala e nos gestos,
Essa vontade de ser alguém,
Essa cobiça de fama,
Esse olhos gulosos por prazeres,
Essa vaidade de ser reconhecido;
Eu dizia que tudo isso era eu.

Digo agora com os olhos marejados:
_Mãe de Deus, minha mãe
Me dê um ponto de partida,
Faça de mim um abrigo
Para um  espirito puro e casto
De todas as formas de pecado.
Me deixe escutar a tua voz
Nessa solidão e nessa carência de tudo.

Não deixe em meus olhos essa malícia
E na minha mente essa cobiça...
Porque o que antes fora motivos para orgulho,
Hoje é minha vergonha,
Não tenho coragem de levantar os olhos
Para reviver esses pecados,
Que eu dizia que era eu.

J.Núñez    01-07-2017




sábado, 3 de junho de 2017

POESIA ESOTÉRICA

Amada Misteriosa

Procuro por ti,
Procura à noite,
O silêncio e a solidão,
Como se procurasse um grande amor.

Procuro minha amada, .
Silêncio e solidão da noite.

Entristeço quando o sol desponta
E tenho que deixar os seus braços
Oh! noite de  mistérios e segredos.

Tenho saudade de ti ao longo do dia,
Queria um momento de sono
Para te encontra minha amada misteriosa,
Mas os dias são cheios de obrigações
E não me deixa um tempo para te namorar,
Para estarmos a sós,
Eu e você num abraço de apaixonados.

Oh! noite, nem bem amanheceu,
Ah! que saudade de ti noite,
Minha amada misteriosa.

Quando o sol desce do outro lado do céu
Corro para os seus braços
E para o conforto do seu colo,
Sou menino, sou homem,
Correndo pelos seus símbolos,
Passando por seus umbrais de mistérios
Até que outra vez amanhece...

J.Nunes

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Vale da morte, montanha e queda

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Vale da Morte

No vale da morte
Caí sobre a própria espada
Para encontrar a morte,
Saltei para o abismo
Procurando a morte.

Na montanha íngreme e vertical
Como um parede,
Homens e mulheres caminham
Sobre seus degraus
Como se caminhassem no chão,
Outros sentem o pavor da queda,
Que é morte na certa.

Vi os alpinistas da alma
Escalando a montanha
Por onde também já havia subido.

J.Nunes 

04-05-2017



sexta-feira, 28 de abril de 2017

A pomba Prateada


Veio do céu,
A grande estrela,
A Ave Fênix,
A pomba de luz prateada,
Vieram para entrar por essa janela.

Entrou pela janela um balão
Que devolvi ao céus...
Depois de desenroscá-lo
Dos galhos verdes
E as folhas de um árvore
Que parecia uma Espirradeira.

J.Nunes  

domingo, 23 de abril de 2017

Trabalho, poder, prazer, efemeridade da efemeridade vida e caminho interior

Quatro Amigos

Entre eles o que havia em comum
Era o gosto por filosofia,
Isso  os unia.

Entraram, certo dia
Em uma discussão,
Sobre a efemeridade da vida,
O trabalho, o poder e o prazer .

O primeiro deles
O mais leviano, pessimista e preguiçoso
Desejava o prazer sem precisar de sacrifício,
De valores, poder e auto estima,
O prazer como princípio e fim,
Para isso basta receber o prazer
Com muita hospitalidade
E sem muito amor próprio,
O prazer pode suprir o sentido e a razão de viver,
Porém sentia que a velhice era um peso
Para qualquer estilo de vida
Que alguém pudesse escolher.
Isso fazia com que ele pensasse no espirito.

Um deles, o mais vaidoso e orgulhoso
Via que era necessário muito trabalho
Para alcançar o sucesso e o poder
Para desfrutar do prazer
Com muita elegância, requinte,
Luxo e prazer, com muita auto estima,
Porém sentia que a vida
Era efêmera por isso não conseguia
Ignorar a questão do espirito.

O outro deseja uma vida prazerosa e equilibrada,
Dentro dos princípios cristãos, e valores humanos.
Sua felicidade incluía a  esposa,
Os filhos e os amigos.
Olhava o trabalho com um meio de manter esse prazer
E esse poder.
Quando se descuidava,
Aparecia em sua personalidade
O poder com um meio para atingir o prazer,
Porém não discordava da efemeridade da vida
E que necessitava encontra o caminho interior
E o prazer da alma que o libertasse a escravidão
Do desejo carnal.

O quarto, o mais radical,
Pensava em uma vida dedicada
Especialmente ao caminho interior.
A  vida é efêmera e não pode compensa o sacrifício
Do trabalho e do prazer canal que escraviza.
A única forma de prazer que realmente compensa
E o prazer da alma que tem relação direta
Com a consciência e a eternidade.

A dura missão é encontrar o caminho
Apropriado dentro dessas necessidades efêmeras
E o caminho interior, que é comum a todos.

 J.Nunes  23-04-2017


sábado, 15 de abril de 2017

Velho Homem

Todos os dias morre
Um pouco o velho homem em mim.
Minhas súplicas a Deus
É um pedido de morte do pecado,
Tudo o mais  vem segundo
O seu apreço por minhas obras.

Não quero essa crença
Preguiçosa, negligente e conivente
Moldada segundo esse tempo
E as fraquezas humanas.

A minha fé pede virtude, pureza e perfeição.
Não quero essa crença preguiçosa
Que diz não ser preciso,
Morte do pecado, sacrifício e penitência.

O novo homem se faz
Todos as vezes que o homem velho
Morre um pouco em cada oração,
A cada pedido de morte do pecado.

Os tesouros no céu,
O reino de Deus,
As virtudes da alma
Nascem da morte do pecado,
E da criação do novo homem
Cada vez mais a semelhança de Deus.

J.Nunes



quarta-feira, 5 de abril de 2017

Discípulo

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 (ao mestre)

Nesse caminho
Só posso ser
Mestre ou discípulo,
Sem essas condições
A solidão é devastadora.

Meu mestre me espera 
Além da fronteira da consciência.

J.Nunes 




sábado, 18 de março de 2017

Vomitando Ouro

Vomitando Ouro 

Sobrevoo a paisagem,
Não tenho forma.

Os carneiros na pastagem,
Os lobos negros no caminho...
As nuvens tomam forma de animais,
Os dinossauros alados, 
O homem pré-histórico,
Do qual sou reencarnação,
Corre na caçada.

Arranco da garganta três porções 
De correntes de ouro e prata.

J.Nunes

sábado, 25 de fevereiro de 2017

O Estábulo

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O Estábulo

Ao chegar uma criatura
Saiu debaixo da árvore frondosa,
Persegui a criatura,
Talvez fosse um elementar da natureza.

Um pouco mais distante
Percebi que a criatura era um menino
Vestido de franciscano
Com o cinto de três nós em volta da cintura:
Pobreza, castidade e obediência.

Persegui o menino com vestes de franciscano
Percebi que o menino estava me levando
Para algum lugar, cheguei ao estábulo.

Perguntei ao pastor de gado
Por São Francisco.
Ele disse que era Francisco,
Eu disse quero falar com o Santo;
No estábulo uma lhama gigante.

J.Nunes

25-02-2016 

sábado, 18 de fevereiro de 2017

No ritmo dos desejos

O ego põe ritmo bestial na vida,
É o ritmo dos desejos,
Em alguns o ódio,
Em outros a ganância,
Em outros a luxuria,...
Em outro tudo isso junto.

Com a morte desdes egos,
Que  põe ritmo em nossas vidas
Podemos viver no compasso
Da alma e com o coração tranquilo.

J.Nunes

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Paisagem do caminho

Alegre ou triste,
Sucesso ou fracasso,
Com você ou sem você,
Tanto faz,
É tudo paisagem do caminho,
O que importa é a caminhada.

J.Nunes 

Erros do destino

Gente não é igual árvore
Que não erra seu fruto,
Assim, como deve ser,
Abacateiro dá abacate,
Mangueira dá manga.

Gente não é assim,
As vezes verdadeiros artistas acabam faxineiros,
As vezes grandes inventores se tornam garçons.

Gente dá frutos errados,
Deve existir uma força maior
Por de trás desses erros do destino.

J.Nunes 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Presentes do mundo

O mundo te dá razões para se iludir,
O mundo te entrega presentes
E compra o seu espirito.

Por algum motivo
O mundo esqueceu de me presentear,
Me deu o fracasso e desilusões
Em que desejei.

Assim me deu razão para ser
Um rebelde na alma,
Para matar o ego sem piedade
E me vingar a vida de fracassos.

A vida me presenteou com os fracassos
As desilusões e até mesmo a doença,
E me deu todas as razões
Para a morte do ego.

J.Nunes



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A coruja e a águia

  Resultado de imagem para á aguia

A águia de penas e bico renovados,
A águia renovada.
A coruja grande como a águia,
A coruja negra como a noite,
Pousaram sobre a casa
Em um silêncio de espera.

J.Nunes  
  

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Artigos Imparcialistas: Beleza

Artigos Imparcialistas: Beleza: Beleza Andando pelos campos Notei que há flores Onde ninguém as vê, são lindas E se desenvolvem sem se importar Se vam...

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Falsas virtudes

As falsas virtudes são provisórias;
Usamos às, enquanto não temos o orgulho de ser
O que sempre desejamos ser.

Quando atingimos o sucesso
Podemos trocar essa falsa virtude provisória
Pela simpatia e a elegância
Que esconde o orgulho
E a satisfação de ser reconhecido e bem sucedido.

Quando o tempo passa e não atingimos o sucesso
Ficamos cansados da falsa virtude da humildade,
Passamos para a sabotagem e a avacalhação,
Ou caímos na melancolia e no pessimismo.

Se o tempo não trouxe o reconhecimento,
É preciso deixar a falsa humildade provisória,
A melancolia de fracassado
E seguir pelo caminho
Que não negará para ninguém vitória da alma.

Caminho, que de qualquer modo, deveria ser seguido,
Porém o fracassado na vida tem as melhores oportunidades
De morte do ego, porque a vida lhes impedem
De ter a ilusão de sucesso e de descansar em bases falsas.

Vim para o mundo sem qualquer destino certo,
Vim para o mundo para ser errante.
Fiz da incerteza e dos descaminho o meu caminho.
Agora, estou morto para esse que fui,
Esse que era sensivel e sentimental na vida.

Deixe de ser um homem sentimental
Para me tornar  um homem
Prático, direto, técnico e objetivo.


J.Nunes    02-01-2017






quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

POESIA SOBRE O MUNDO INTERIOR

Mundo Interior

O mundo dos pensamentos, dos conflitos e dos sentimentos
É o reflexo do mundo exterior dentro da mente.
O Mundo interior é o silêncio da mente
Que resulta no contato e no diálogo com nosso ser.

O pensamento involuntário de cada instante
Pode ser eliminado; eles não possuem
Conexões com as ações e os momentos vividos.

Os pensamentos dirigidos, imaginação voluntária
E até o silêncio da mente, podem substituir
O pensamento involuntário.
As conversas interiores estão sempre relacionadas
Com o passado de magoas,
Ao futuro e ao presente de ilusões e expectativas,
Que nada tem haver com o momento vivido.

Posso me perguntar a cada instante:
O que esse pensamento e esse sentimento
Tem haver com essa ação que estou praticando
Nesse exato instante?

Pergunto para perceber que a ação
Não tem nada haver com o pensamento involuntário
E que esse pensamento apenas tem a capacidade
De me fazer inconsciente da ação praticada,
Enquanto que o pensamento dirigido e a imaginação voluntária
É a consciência desse instante.

J.Nunes


01-02-2017

domingo, 29 de janeiro de 2017

Bifurcações e desvios no caminho do desejo

O desejo não caminha em linha reta.
O caminho do desejo têm bifurcações, desvios...

Quando mais se avança no caminho do desejo
Mais se encontra desvios e bifurcações
Que caem em saem em um novo caminho
Muito mais longo e complexo.

J.Nunes 

sábado, 28 de janeiro de 2017

O que é poesia esotérica

A poesia esotérica imparcialista
É o poeta subindo ao reino de Deus,
Vivendo a guerra e a paz entre homens
Baixando ao inferno;
Descendo, estando entre os homens ou subindo
Ao céu, relata o que vive, sente e vê.

J.Nunes

Vaidades sexuais

A vaidade, a cobiça e o orgulho
Estão na vida sexual, na sociedade do sexo fácil,
Como está na vida material e seus bens de consumo.

Na sociedade do sexo fácil
O indivíduo deseja para si
O melhor sexo, e nesse desejo pelo melhor sexo
Inclui a vaidade do melhor corpo e o melhor desempenho,
O orgulho de ter o melhor corpo e o melhor desempenho,
E a cobiça do melhor corpo e melhor desempenho.

A luxúria tem muito mais cabeças que possamos imaginar.
O sexo pautado no amor cristão e na castidade
Deve ser humilde e segundo os valores dessa virtude.

Vaidade, ira, orgulho e cobiça luxurioso...;
A luxuria com muitas cabeças.

J.Nunes 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

A colheita de Deus




Do lado sul  da cidade
Vem um tornado gigantesco.

Do lado norte da cidade
Cai uma chuva de fogo aterrorizador.

Pensei:
O que está feito, está feito.
Não dá mais tempo pra nada.
É a colheita de Deus.

Talvez, para as Potências Celestes,
Não passamos de um formigueiro sem importância
Fugindo da grande catástrofe.

J.Nunes 



quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Duas Panteras

Duas panteras  negras
Deitadas, calmas, ao pé do umbral.
A velocidade da corrida
Me põe em outro estado de alma
Em outra dimensão.

Na velocidade sobre dois pés,
Na velocidade sobre duas rodas
Quando atinge o máximo de velocidade,
Salto para outro plano.

Os redemoinhos na alma
Giram com toda intensidade
E me coloca em um plano muito mais sútil.

O canto de um grilo, o canto de um pássaro
Também me colocam em outro plano da consciência.
Salto um, dois, três planos, como se saltasse uma escada.

J.Nunes  

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Fim da leitura do contexto contemporâneo


A poesia imparcialista foi criada com a intenção
De fazer leitura do contexto contemporâneo
Para situar o homem contemporâneo 
Em um tempo de conflitos entre valores 
E estruturas tradicionais, 
Com a sociedade do prazer e do desejo, 
Que vem impondo suas vontades 
Sem limites e sem parâmetros. 

A literatura que  retratou esse período que marca
O ápice de um contexto histórico,
Que colocou o individualismo, a liberdade exacerbada,
O prazer sexual, os direitos sexuais,
O consumo, o entretenimento,
A exploração e a criação de mercado,
Os direitos das minorias usadas como palanque político;
Todas essas questões nascidas na modernidade,
A partir do individualismo e das liberdades sem parâmetros,
Caiu no fundamentalismo das liberdades e do individualismo,
Que resultou no ódio e no desejo de destruição de tudo
Que impedia, ou que tem opinião contraria a essas condutas.

A tolerância que foi criada e imposta a partir de contratos, 
Teses e discursos nervosos, não pode durar muito tempo.
Um governo desinteressado no palanque das minorias
E mais um contexto masculinizado, 
Pode levar ao conflito direto e a uma reação
Da opinião reprimida e acuada,
Que resultará em um tempo muito mais violento
E menos hipócrita e demagogo.

A poesia imparcialista colocou como marco inicial
A chegada de um presidente negro nos Estados Unidos
E de mulheres presidentes em alguns países.
A saída de Barack Obama do Poder em 2017
E a queda da primeira mulher presidente da República do Brasil em 2016
Marcou o fim do contexto retratado pelo Movimento Literário Imparcialismo.

A poesia imparcialista deixou em 2016,
O  submundo e o inferno de retratar a modernidade,
Para elevar à poesia imparcialista
A espiritualidade do Caminho da Unidade.

J.Nunes    18-01-2017







O anjo azul


No caminho o corvo semi morto.
Entre algumas capelas
A capela de São Francisco
É a que mais me atraiu.

O santo crucificado
Apareceu, prevemente,
Depois apareceu em forma de um anjo azul,
Feito de gesso e inda não acabado.

Me disseram que o santo
Não gostava que o tocassem,,
Perguntei aos presentes:
- O Santo Crucificado, igual ao Cristo,
ainda não morreu com a ira?
Logo compreendi que o anjo, ainda em construção,
Me convidada para a morte do ego.

J.Nunes 

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